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A data prevista do meu bebé é a 13 de julho, claro que a partir de agora tudo pode acontecer, a qualquer momento pode sair ou até pode optar por uns dias depois. Venha ele quando quiser... Não vou pressionar, nem estimular o parto. Na minha perspetiva os bebés devem nascer quando estão prontos, a menos que haja uma contra-indicação médica. 
Nesta fase, sinto tão bem os seus pontapés, quase dá para agarrar o seu pezinho ou a sua mãozita, de tão saliente que fica... Isso sim, é algo que emociona mesmo. É pode-lo sentir. Ele está com muita força, há momentos que até fico meio dorida, hehe!! Da semana para cá também sinto muito mais fome, tipo quase de hora a hora, oh god!! Quando não tenho que acordar às 5 da manhã para comer algo... Ele precisa de engordar e acho que vou pelo mesmo caminho.



Look:
Jeans grávida Asos
Top Zara
Mala Furla
Sapatilhas Gazelle Adidas
Casaco Cortefiel 

Falta 1 mês!! #counting days

June 13, 2017





A data prevista do meu bebé é a 13 de julho, claro que a partir de agora tudo pode acontecer, a qualquer momento pode sair ou até pode optar por uns dias depois. Venha ele quando quiser... Não vou pressionar, nem estimular o parto. Na minha perspetiva os bebés devem nascer quando estão prontos, a menos que haja uma contra-indicação médica. 
Nesta fase, sinto tão bem os seus pontapés, quase dá para agarrar o seu pezinho ou a sua mãozita, de tão saliente que fica... Isso sim, é algo que emociona mesmo. É pode-lo sentir. Ele está com muita força, há momentos que até fico meio dorida, hehe!! Da semana para cá também sinto muito mais fome, tipo quase de hora a hora, oh god!! Quando não tenho que acordar às 5 da manhã para comer algo... Ele precisa de engordar e acho que vou pelo mesmo caminho.



Look:
Jeans grávida Asos
Top Zara
Mala Furla
Sapatilhas Gazelle Adidas
Casaco Cortefiel 



Estou na reta final da gravidez, como tal sinto-me perfeitamente à vontade para falar deste assunto... 

Já há algumas mulheres que assumem perante toda a gente e, sem problema algum, que não gostam de estar grávidas. Algo que ainda choca imenso, porque passamos uma vida a ouvir que a gravidez é algo de maravilhoso, um estado de graça e que a mulher nasceu para isto. 

Mas sejamos sinceros e realistas... Gosto de falar das coisas como elas são e a gravidez não tem tudo de cor-de-rosa. 

Eu não desgosto de estar grávida, mas tive de aprender a viver este momento. Para mães de primeira viagem é algo que nos muda imenso, psicológico e fisicamente. 
Não acordamos assim a saber que estamos grávidas e convictas da ideia... É algo que vamos assimilando. No início, confesso que me esquecia que estava grávida, só quando tinha mais fome do que o normal é que me lembrava que estava a crescer um ser dentro de mim.

Há mulheres até que sofrem muito com uma gravidez, desde dos enjoos insuportáveis (não foi o meu caso), às dores.
É preciso resistência psicológica, sim! É preciso ter um bom suporte ao lado (companheiro), sim! É preciso aprender (muito), sim!

A fase em que vivi o maior stress na minha gravidez foi, sem dúvida, no primeiro trimestre. Aquele tal onde não queremos contar a ninguém ou quase, temos medo de perder o bebé, não sentimos, não o vimos, começamos a ler mil e uma coisas sobre o assunto que até assusta... Enfim, para mim foi stressante e assumo. 

Tudo começou a ganhar mais sentido à partir do momento em que o senti... Lá ia várias vezes à internet procurar informações sobre o momento em que o podia sentir? Como? Quando? ...

Além disso, é impossível ficar passiva o tempo todo. Uma mãe fica ansiosa, questiona-se, pensa tudo e mais alguma coisa. Se é saudável? Se está tudo bem? A questão do parto? A vida depois da gravidez? A mudança das rotinas? Se seremos capazes? Se estamos a fazer algo de errado? Se o que comemos fará mal?... Enfim, uma série de questões que acabam por stressar. Mas à medida que o tempo vai passando, vamos confiando mais no nosso instinto maternal (que existe mesmo)... 

Finalmente, a mudança do nosso corpo, ter um barrigão enorme, que nos impede de fazer tantas coisas. O leite que já começa a sair do peito, embora em pequena quantidade. Até uma simples depilação às virilhas, que não conseguimos fazer porque não vemos! ;) Nem sempre uma mulher grávida se sente sexy, talvez bonita, mas não aquela mulher sexy e fatal. Mas mais uma vez, vamos aprendendo a lidar com isso e a nossa forma de estar e de descontrair, irá permitir levar a gravidez na maior tranquilidade. 

Clique nas seguintes imagens e tenha mais informações sobre estes livros para a gravidez:

O stress na gravidez

June 6, 2017



Estou na reta final da gravidez, como tal sinto-me perfeitamente à vontade para falar deste assunto... 

Já há algumas mulheres que assumem perante toda a gente e, sem problema algum, que não gostam de estar grávidas. Algo que ainda choca imenso, porque passamos uma vida a ouvir que a gravidez é algo de maravilhoso, um estado de graça e que a mulher nasceu para isto. 

Mas sejamos sinceros e realistas... Gosto de falar das coisas como elas são e a gravidez não tem tudo de cor-de-rosa. 

Eu não desgosto de estar grávida, mas tive de aprender a viver este momento. Para mães de primeira viagem é algo que nos muda imenso, psicológico e fisicamente. 
Não acordamos assim a saber que estamos grávidas e convictas da ideia... É algo que vamos assimilando. No início, confesso que me esquecia que estava grávida, só quando tinha mais fome do que o normal é que me lembrava que estava a crescer um ser dentro de mim.

Há mulheres até que sofrem muito com uma gravidez, desde dos enjoos insuportáveis (não foi o meu caso), às dores.
É preciso resistência psicológica, sim! É preciso ter um bom suporte ao lado (companheiro), sim! É preciso aprender (muito), sim!

A fase em que vivi o maior stress na minha gravidez foi, sem dúvida, no primeiro trimestre. Aquele tal onde não queremos contar a ninguém ou quase, temos medo de perder o bebé, não sentimos, não o vimos, começamos a ler mil e uma coisas sobre o assunto que até assusta... Enfim, para mim foi stressante e assumo. 

Tudo começou a ganhar mais sentido à partir do momento em que o senti... Lá ia várias vezes à internet procurar informações sobre o momento em que o podia sentir? Como? Quando? ...

Além disso, é impossível ficar passiva o tempo todo. Uma mãe fica ansiosa, questiona-se, pensa tudo e mais alguma coisa. Se é saudável? Se está tudo bem? A questão do parto? A vida depois da gravidez? A mudança das rotinas? Se seremos capazes? Se estamos a fazer algo de errado? Se o que comemos fará mal?... Enfim, uma série de questões que acabam por stressar. Mas à medida que o tempo vai passando, vamos confiando mais no nosso instinto maternal (que existe mesmo)... 

Finalmente, a mudança do nosso corpo, ter um barrigão enorme, que nos impede de fazer tantas coisas. O leite que já começa a sair do peito, embora em pequena quantidade. Até uma simples depilação às virilhas, que não conseguimos fazer porque não vemos! ;) Nem sempre uma mulher grávida se sente sexy, talvez bonita, mas não aquela mulher sexy e fatal. Mas mais uma vez, vamos aprendendo a lidar com isso e a nossa forma de estar e de descontrair, irá permitir levar a gravidez na maior tranquilidade. 

Clique nas seguintes imagens e tenha mais informações sobre estes livros para a gravidez:



Sabemos que nem todas as gravidezes são iguais e umas serão mais complicadas do que outras. No entanto, quando tudo está dentro da normalidade há que descomplicar... Este tem sido o meu rumo ao longo da minha gravidez. 

Não quero ser paranóica, deixar de viver, de fazer certas coisas que já antes fazia... Penso que quanto mais normal levarmos a gravidez, melhor estaremos psicologicamente. 
Por isso, não deixei de viajar ao longo da minha gravidez. Apanhei o avião 3 vezes e posso dizer que aqui no Reino Unido não há prioridades para grávidas, faço a fila igual a toda a gente, mesmo com o peso do bebé na barriga. Não acho que seja correto, mas é assim e há que respeitar as regras de cada país. 

No início da gravidez não existe grandes truques, nem problemas para viajar. Sendo que as viagens que fiz foram sempre dentro da Europa. Para fora da Europa, peça sempre conselho ao seu médico, pois pode implicar alguma vacina. 

Refiro também que algumas companhias pedem um atestado médico, a partir das 27 semanas, de forma a declarar que está tudo ok. Por exemplo, a Ryanair exige mesmo, por isso cuidado, se for com 26 semanas e regressar com 27 pode ficar em terra. 
Viajei também com a Easyjet, esta não pediu atestado, no entanto, preferi jogar pelo seguro e precavi-me com um atestado médico, que me autorizou a viajar. 
As mulheres sem risco na gravidez e de um bebé podem viajar até às 35 semanas. Atenção, faça corretamente as contas para estar de regresso antes dessa semana. 

Para viajar, use roupa e sapatos confortáveis. Atenção para não viajar com muito peso, caso esteja sozinha, embora haja sempre pessoas que a irão ajudar. 

Outra dica também é de despachar a bagagem de mão no porão, evitará assim de andar com essa mala, para trás e para a frente! 

Nota: Não se esqueça de viajar sempre acompanhada com os seus documentos de gravidez, pois nunca sabemos o que pode acontecer. 

Boa viagem! 

Viajar na gravidez

June 5, 2017



Sabemos que nem todas as gravidezes são iguais e umas serão mais complicadas do que outras. No entanto, quando tudo está dentro da normalidade há que descomplicar... Este tem sido o meu rumo ao longo da minha gravidez. 

Não quero ser paranóica, deixar de viver, de fazer certas coisas que já antes fazia... Penso que quanto mais normal levarmos a gravidez, melhor estaremos psicologicamente. 
Por isso, não deixei de viajar ao longo da minha gravidez. Apanhei o avião 3 vezes e posso dizer que aqui no Reino Unido não há prioridades para grávidas, faço a fila igual a toda a gente, mesmo com o peso do bebé na barriga. Não acho que seja correto, mas é assim e há que respeitar as regras de cada país. 

No início da gravidez não existe grandes truques, nem problemas para viajar. Sendo que as viagens que fiz foram sempre dentro da Europa. Para fora da Europa, peça sempre conselho ao seu médico, pois pode implicar alguma vacina. 

Refiro também que algumas companhias pedem um atestado médico, a partir das 27 semanas, de forma a declarar que está tudo ok. Por exemplo, a Ryanair exige mesmo, por isso cuidado, se for com 26 semanas e regressar com 27 pode ficar em terra. 
Viajei também com a Easyjet, esta não pediu atestado, no entanto, preferi jogar pelo seguro e precavi-me com um atestado médico, que me autorizou a viajar. 
As mulheres sem risco na gravidez e de um bebé podem viajar até às 35 semanas. Atenção, faça corretamente as contas para estar de regresso antes dessa semana. 

Para viajar, use roupa e sapatos confortáveis. Atenção para não viajar com muito peso, caso esteja sozinha, embora haja sempre pessoas que a irão ajudar. 

Outra dica também é de despachar a bagagem de mão no porão, evitará assim de andar com essa mala, para trás e para a frente! 

Nota: Não se esqueça de viajar sempre acompanhada com os seus documentos de gravidez, pois nunca sabemos o que pode acontecer. 

Boa viagem! 



Já vou no terceiro trimestre de gravidez, no entanto, nunca é tarde para partilhar convosco a minha experiência do primeiro trimestre. Como o tempo passa a correr...  as memórias ainda estão bem frescas. 

O primeiro trimestre de gravidez conta a partir do primeiro dia, da última menstruação, depois são feitos alguns acertos de dias, na primeira ecografia e termina na décima terceira semana. 
Geralmente, não é muito visível a barriga do primeiro trimestre, nomeadamente, no inverno, com camisolas e casacos disfarce-se bem, já que gostamos de manter em segredo os três primeiros meses. 

Estar grávida, estar diferente física e psicologicamente e não "poder" contar ao mundo, é uma sensação agre e doce. Nada em nós está igual, mas ainda olham para nós como se estivéssemos. 
Alguns mais perspicazes irão perceber, quer pelas idas frequentes à casa de banho ou pela tal cara de grávida (aqui). Mas não foi o meu caso ou quase, um ou duas pessoas, depois de dizer que estava grávida, disseram que tinham percebido pelas minhas fotos de facebook e instagram :D

O meu primeiro trimestre foi também vivido com stress, sou sincera. Além de me ter que habituar ao novo país, tive que me habituar ao sistema de saúde, que é diferente do nosso. Isto é, depois de estar grávida e de informar a maternidade, tive que esperar até às 8 semanas de gravidez para ter uma consulta, onde basicamente foi só preencher papeladas, tirar sangue e medir. 
Apenas às 12 semanas é que fiz a primeira ecografia e pude me confrontar realmente com a gravidez... até lá era um mistério. Ah e esta ecografia no Reino Unido, não é obrigatória, é só se os pais o quiserem. 

A primeira ecografia foi assim mágica... foi mesmo! Uma emoção forte, puder ver um SER dentro de mim, a fazer trinta por uma linha, sem sentir nada ainda é realmente incrível... 

Por outro lado, sabemos que cada gravidez é diferente. No meu caso, por exemplo, não tive nem um enjoo, não tive desejos, mas sim vontade de comer bem... Tinha prazer em comer... Ainda hoje brincam comigo, porque quando a comida me caía bem dizia sempre "soube tãaaaaaoooo bem"!! ;)
Além disso, no primeiro trimestre de gravidez tive um sono louco, uma vontade de dormir incrível. algo de muito pesado e quase incontrolável. Nesses três meses não sofri de insónias! Desde o primeiro trimestre de gravidez tenho também uma maior necessidade em ir à casa de banho e de beber muita água, acordo com sede. 

De resto fiz a minha vida normalmente, mantive uma atividade física (mais moderada) e retirei da minha alimentação alguns alimentos, tal como os queijos frescos, os mariscos e o álcool. Comi à mesma enchidos, saladas, tomates, morangos (lavados com vinagre). Muitos dirão para não comer isto ou aquilo, que fazem assim ou assado, e foi algo que me deixou stressada. De facto, cada médico dirá uma coisa diferente, as pessoas outra e se procurarmos pela internet, acho que deixamos de comer. 

Na minha opinião o primeiro trimestre de gravidez foi o trimestre que me deixou mais nervosa, insegura... Não sentimos o bebé, não sabemos se o que estamos a fazer está bem e isto e aquilo. E mães de primeira viagem ficam tão inseguras com tudo e quanto mais opiniões ouvimos pior. Fui aprendendo a confiar e pôr de lado as opiniões, para viver uma gravidez mais tranquila. Ouço os técnicos de saúde e o meu instinto... 


E grávidas por aí, como sentiram o primeiro trimestre de gravidez?

O meu primeiro trimestre de gravidez

May 12, 2017



Já vou no terceiro trimestre de gravidez, no entanto, nunca é tarde para partilhar convosco a minha experiência do primeiro trimestre. Como o tempo passa a correr...  as memórias ainda estão bem frescas. 

O primeiro trimestre de gravidez conta a partir do primeiro dia, da última menstruação, depois são feitos alguns acertos de dias, na primeira ecografia e termina na décima terceira semana. 
Geralmente, não é muito visível a barriga do primeiro trimestre, nomeadamente, no inverno, com camisolas e casacos disfarce-se bem, já que gostamos de manter em segredo os três primeiros meses. 

Estar grávida, estar diferente física e psicologicamente e não "poder" contar ao mundo, é uma sensação agre e doce. Nada em nós está igual, mas ainda olham para nós como se estivéssemos. 
Alguns mais perspicazes irão perceber, quer pelas idas frequentes à casa de banho ou pela tal cara de grávida (aqui). Mas não foi o meu caso ou quase, um ou duas pessoas, depois de dizer que estava grávida, disseram que tinham percebido pelas minhas fotos de facebook e instagram :D

O meu primeiro trimestre foi também vivido com stress, sou sincera. Além de me ter que habituar ao novo país, tive que me habituar ao sistema de saúde, que é diferente do nosso. Isto é, depois de estar grávida e de informar a maternidade, tive que esperar até às 8 semanas de gravidez para ter uma consulta, onde basicamente foi só preencher papeladas, tirar sangue e medir. 
Apenas às 12 semanas é que fiz a primeira ecografia e pude me confrontar realmente com a gravidez... até lá era um mistério. Ah e esta ecografia no Reino Unido, não é obrigatória, é só se os pais o quiserem. 

A primeira ecografia foi assim mágica... foi mesmo! Uma emoção forte, puder ver um SER dentro de mim, a fazer trinta por uma linha, sem sentir nada ainda é realmente incrível... 

Por outro lado, sabemos que cada gravidez é diferente. No meu caso, por exemplo, não tive nem um enjoo, não tive desejos, mas sim vontade de comer bem... Tinha prazer em comer... Ainda hoje brincam comigo, porque quando a comida me caía bem dizia sempre "soube tãaaaaaoooo bem"!! ;)
Além disso, no primeiro trimestre de gravidez tive um sono louco, uma vontade de dormir incrível. algo de muito pesado e quase incontrolável. Nesses três meses não sofri de insónias! Desde o primeiro trimestre de gravidez tenho também uma maior necessidade em ir à casa de banho e de beber muita água, acordo com sede. 

De resto fiz a minha vida normalmente, mantive uma atividade física (mais moderada) e retirei da minha alimentação alguns alimentos, tal como os queijos frescos, os mariscos e o álcool. Comi à mesma enchidos, saladas, tomates, morangos (lavados com vinagre). Muitos dirão para não comer isto ou aquilo, que fazem assim ou assado, e foi algo que me deixou stressada. De facto, cada médico dirá uma coisa diferente, as pessoas outra e se procurarmos pela internet, acho que deixamos de comer. 

Na minha opinião o primeiro trimestre de gravidez foi o trimestre que me deixou mais nervosa, insegura... Não sentimos o bebé, não sabemos se o que estamos a fazer está bem e isto e aquilo. E mães de primeira viagem ficam tão inseguras com tudo e quanto mais opiniões ouvimos pior. Fui aprendendo a confiar e pôr de lado as opiniões, para viver uma gravidez mais tranquila. Ouço os técnicos de saúde e o meu instinto... 


E grávidas por aí, como sentiram o primeiro trimestre de gravidez?



Ando ausente. Eu sei. Tenho andado a mil. Depois de uma semana de férias a Portugal, andamos a mudar de casa, mais o trabalho que tenho que cumprir, nem sempre me sobra tempo para vir cá postar. 

Durante a minha estadia a Portugal fomos a um casamento, no Algarve, de uma grande amiga minha. Não fosse ela especial, não teria feito tantos quilómetros, não é verdade? 
O casamento foi lindo e repleto de muito amor...

E o meu look escolhido foi este, simples, mas adequado ao momento e à cerimónia de final de tarde.


Eu que vivi 12 anos no Algarve, sinto-me uma autêntica estrangeira, em pleno mês de Abril tinha calor, nem collants, nem casacos, nem nada! E isso pela noite adentro :D Comparado com as temperaturas que temos tido aqui no Reino Unido, o Algarve são as Bahamas!!



Look: 
- vestido Asos Maternity (SS'17)
- Sapatos Mango (old) 
(aguentei este sapato alto umas boas horas!! Nem eu acredito!!)
- Colares (Stradivarius)

Look de grávida para casamento

May 4, 2017




Ando ausente. Eu sei. Tenho andado a mil. Depois de uma semana de férias a Portugal, andamos a mudar de casa, mais o trabalho que tenho que cumprir, nem sempre me sobra tempo para vir cá postar. 

Durante a minha estadia a Portugal fomos a um casamento, no Algarve, de uma grande amiga minha. Não fosse ela especial, não teria feito tantos quilómetros, não é verdade? 
O casamento foi lindo e repleto de muito amor...

E o meu look escolhido foi este, simples, mas adequado ao momento e à cerimónia de final de tarde.


Eu que vivi 12 anos no Algarve, sinto-me uma autêntica estrangeira, em pleno mês de Abril tinha calor, nem collants, nem casacos, nem nada! E isso pela noite adentro :D Comparado com as temperaturas que temos tido aqui no Reino Unido, o Algarve são as Bahamas!!



Look: 
- vestido Asos Maternity (SS'17)
- Sapatos Mango (old) 
(aguentei este sapato alto umas boas horas!! Nem eu acredito!!)
- Colares (Stradivarius)

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