Perante as inseguranças de uma mãe e pai de primeira vez, adicionando ao facto de estarmos num país novo em que não conhecemos ninguém com experiência sobre a maternidade, perdemos amor a 200 libras e inscrevemo-nos no curso NCT, preparação pré-parto. 
Depois de 8 sessões, mais uma extra, tanto eu como o meu marido achamos que o investimento valeu a pena e muito. Sentimo-nos mais confiantes, mais seguros, mais preparados e com outra visão do sistema aqui... Até agora, não tenho a mínima queixa do sistema de saúde, sempre fui extremamente bem tratada, bem recebida e com todos os cuidados. A única diferença é que não fazem a terceira ecografia, a menos que seja necessário.  Somos regularmente vigiadas, medidas...

Enfim, vamos a 13 curiosidades que aprendi e que tenho a certeza que serão interessantes para mamãs de primeira viagem ou não:

1. Criar um ambiente confortável e tranquilo no quarto do hospital. Compre velas a LED, ponha a tocar as suas músicas preferidas, tenha a sua almofada de casa...

2. Não ir imediatamente ao hospital, nas primeiras contrações, esperar que sejam mais regulares, 3 a 4 contrações de 10 em 10 minutos.

3. Não trocar de mama enquanto o bebé estiver a mamar. O leite materno funciona como um ciclo e ao trocar, fará com que não atinja os nutrientes na sua plenitude.

4. Não ser demasiado rigoroso, exigente e paranóico com rotinas. Tentar levar a sua vida o mais normal possível. Mesmo que num ou noutro dia o bebé vá mais tarde para a camita, não há mal ao mundo! 

5. Para o pós-parto preferir umas Tena pants, invés de uns tradicionais pensos higiénicos. Assim, não há risco de fugas!

6. Pôr-se na posição de gatas, com o rabo bem espetado, pelos menos 5 minutos por dia. Essa posição permite dar maior conforto ao bebé, para ele mover-se e estar à vontade, nomeadamente quando o espaço já é escasso. Além disso, essa posição é recomendada quando o bebé ainda não deu a volta às 33/34 semanas, como foi o meu caso. 

7. Os bebés apresentam vários tipos/cores de cocós, até manter-se mais ou menos regular durante toda a amamentação.

8. Para aliviar cãibras beber água gasosa, aqui falam em soda gasosa, não sei se é diferente da água gasosa. Eu comprei-a da Schweppes. 

9. É possível que as meninas tenham vestígios de sangue nas suas primeiras fraldas, um pouco como a primeira menstruação. Enquanto que os meninos podem ter umas gotinhas de leite no peito.

10. Para ajudar a "provocar" o parto, além das famosas caminhadas e limpezas a fundo, pode comer papaia e abacaxi. Além disso, uma ou mais relações sexuais também ajudam, uma vez que o sémen estimula, porque contém prostaglandinas (hormonas envolvidas no parto).

11. No trabalho de parto, ainda em casa, ser massajada pelo companheiro para aliviar a tensão. Tomar banho. Movimentar-se na bola pilates.  (tentar) Dormir e ver filmes. Distrair-se é importante...

12. Se o bebé tiver muitas cólicas ou estiver impertinente, a mãe pode tomar um banho de imersão com ele. Ajuda-lo-á a acalmar, o contacto com a pele...

13. O contacto com a pele, nomeadamente da mãe, quando o bebé nasce é FUNDAMENTAL!


Estas foram algumas curiosidades, além disso foi importante ter conhecimento sobre o processo do parto, as várias fases da amamentação, dicas para mudar a fralda, troca de experiências... entre outras. 
Para pais de primeira viagem, um curso pré-parto é sempre recomendável!

13 curiosidades que aprendi no curso pré-parto!

June 30, 2017



Perante as inseguranças de uma mãe e pai de primeira vez, adicionando ao facto de estarmos num país novo em que não conhecemos ninguém com experiência sobre a maternidade, perdemos amor a 200 libras e inscrevemo-nos no curso NCT, preparação pré-parto. 
Depois de 8 sessões, mais uma extra, tanto eu como o meu marido achamos que o investimento valeu a pena e muito. Sentimo-nos mais confiantes, mais seguros, mais preparados e com outra visão do sistema aqui... Até agora, não tenho a mínima queixa do sistema de saúde, sempre fui extremamente bem tratada, bem recebida e com todos os cuidados. A única diferença é que não fazem a terceira ecografia, a menos que seja necessário.  Somos regularmente vigiadas, medidas...

Enfim, vamos a 13 curiosidades que aprendi e que tenho a certeza que serão interessantes para mamãs de primeira viagem ou não:

1. Criar um ambiente confortável e tranquilo no quarto do hospital. Compre velas a LED, ponha a tocar as suas músicas preferidas, tenha a sua almofada de casa...

2. Não ir imediatamente ao hospital, nas primeiras contrações, esperar que sejam mais regulares, 3 a 4 contrações de 10 em 10 minutos.

3. Não trocar de mama enquanto o bebé estiver a mamar. O leite materno funciona como um ciclo e ao trocar, fará com que não atinja os nutrientes na sua plenitude.

4. Não ser demasiado rigoroso, exigente e paranóico com rotinas. Tentar levar a sua vida o mais normal possível. Mesmo que num ou noutro dia o bebé vá mais tarde para a camita, não há mal ao mundo! 

5. Para o pós-parto preferir umas Tena pants, invés de uns tradicionais pensos higiénicos. Assim, não há risco de fugas!

6. Pôr-se na posição de gatas, com o rabo bem espetado, pelos menos 5 minutos por dia. Essa posição permite dar maior conforto ao bebé, para ele mover-se e estar à vontade, nomeadamente quando o espaço já é escasso. Além disso, essa posição é recomendada quando o bebé ainda não deu a volta às 33/34 semanas, como foi o meu caso. 

7. Os bebés apresentam vários tipos/cores de cocós, até manter-se mais ou menos regular durante toda a amamentação.

8. Para aliviar cãibras beber água gasosa, aqui falam em soda gasosa, não sei se é diferente da água gasosa. Eu comprei-a da Schweppes. 

9. É possível que as meninas tenham vestígios de sangue nas suas primeiras fraldas, um pouco como a primeira menstruação. Enquanto que os meninos podem ter umas gotinhas de leite no peito.

10. Para ajudar a "provocar" o parto, além das famosas caminhadas e limpezas a fundo, pode comer papaia e abacaxi. Além disso, uma ou mais relações sexuais também ajudam, uma vez que o sémen estimula, porque contém prostaglandinas (hormonas envolvidas no parto).

11. No trabalho de parto, ainda em casa, ser massajada pelo companheiro para aliviar a tensão. Tomar banho. Movimentar-se na bola pilates.  (tentar) Dormir e ver filmes. Distrair-se é importante...

12. Se o bebé tiver muitas cólicas ou estiver impertinente, a mãe pode tomar um banho de imersão com ele. Ajuda-lo-á a acalmar, o contacto com a pele...

13. O contacto com a pele, nomeadamente da mãe, quando o bebé nasce é FUNDAMENTAL!


Estas foram algumas curiosidades, além disso foi importante ter conhecimento sobre o processo do parto, as várias fases da amamentação, dicas para mudar a fralda, troca de experiências... entre outras. 
Para pais de primeira viagem, um curso pré-parto é sempre recomendável!


O parto está por um fio... e ainda venho falar do segundo trimestre de gravidez. O tempo vai passando, mas não queria deixar este marco no blog... Sei que o blog não tem sido atualizado como era hábito e sei que o blog acabou por virar um pouco maternidade, mas a verdade é que esta é a fase pela qual estou a passar e sinto que são sempre coisas úteis, que poderão servir a muitas mulheres. 


Como puderam ver (aqui) no diário do primeiro trimestre, temos feito esta sequência fotográfica todas as semanas, sempre com a mesma roupa, mantém-se mais ou menos a mesma posição, com a diferença do tamanho da barriga. É algo que exige um pouquinho de nós a cada semana, mas que no final será bonito de ver a evolução. Neste momento, por exemplo, já me é estranho ver-me nas fotos com uma barriga tão pequena. Acho que já não me lembro de mim sem barriga!! hahah!!

Ora bem, o segundo trimestre.... De forma geral foi muito bom, apesar de ter sofrido durante mais de um mês de uma dor ciática insuportável, que em determinados períodos nem conseguia andar. Mas sem saber muito bem como, passou de um momento para ou outro, não sei se foram uns passos mais apressados que tive de dar, e que desbloquearam algo. Não tomei nada, mas havia dias em que a vontade era muita...


Viajei três vezes de avião, levei a minha vida normalmente, como sempre tentei fazer ao longo da gravidez. Claro que há sempre um pouco mais de cansaço, mas o sono que tive no primeiro trimestre desapareceu. Voltei a dormir normalmente e bem. Não tive apetites, nem desejos. Engordei por volta de 7 kilos, o que é muito bom!!

Tomei a vacina para proteger o bebé da tosse convulsa, aqui no Reino Unido faz parte do plano nacional de saúde e extremamente recomendado.

Foi às 20 semanas que descobrimos o sexo do nosso bebé (aqui). Foi também por volta da décima sete semana, que o comecei a sentir verdadeiramente. Antes era muito duvidoso, falam numa sensação de borboleta... 

Nesse trimestre já começa a sair do peito o primeiro liquido transparente, meio viscoso, mas é algo esporádico ainda. 
A barriga já se começa a notar e a crescer bem. No fim do segundo trimestre o bebé já começa a interagir aos nossos estímulos. 
Continuei o meu suporte vitamínico, extremamente importante para o desenvolvimento do bebé. Mantive a minha rotina diária de hidratação na barriga, peito, pernas e ancas.

Além da dor ciática, também recordo-me de dores nas ancas, nomeadamente quando estava na cama e de cãibras horríveis nas pernas. As idas à casa de banho são cada vez mais frequentes.... De facto é todo um corpo a transforma-se a aninhar-se para um ser que estamos a criar... 

Foi mais ou menos a partir da vigésima semana que comecei a amar o meu estado de grávida!! 

O meu segundo trimestre de gravidez

June 28, 2017



O parto está por um fio... e ainda venho falar do segundo trimestre de gravidez. O tempo vai passando, mas não queria deixar este marco no blog... Sei que o blog não tem sido atualizado como era hábito e sei que o blog acabou por virar um pouco maternidade, mas a verdade é que esta é a fase pela qual estou a passar e sinto que são sempre coisas úteis, que poderão servir a muitas mulheres. 


Como puderam ver (aqui) no diário do primeiro trimestre, temos feito esta sequência fotográfica todas as semanas, sempre com a mesma roupa, mantém-se mais ou menos a mesma posição, com a diferença do tamanho da barriga. É algo que exige um pouquinho de nós a cada semana, mas que no final será bonito de ver a evolução. Neste momento, por exemplo, já me é estranho ver-me nas fotos com uma barriga tão pequena. Acho que já não me lembro de mim sem barriga!! hahah!!

Ora bem, o segundo trimestre.... De forma geral foi muito bom, apesar de ter sofrido durante mais de um mês de uma dor ciática insuportável, que em determinados períodos nem conseguia andar. Mas sem saber muito bem como, passou de um momento para ou outro, não sei se foram uns passos mais apressados que tive de dar, e que desbloquearam algo. Não tomei nada, mas havia dias em que a vontade era muita...


Viajei três vezes de avião, levei a minha vida normalmente, como sempre tentei fazer ao longo da gravidez. Claro que há sempre um pouco mais de cansaço, mas o sono que tive no primeiro trimestre desapareceu. Voltei a dormir normalmente e bem. Não tive apetites, nem desejos. Engordei por volta de 7 kilos, o que é muito bom!!

Tomei a vacina para proteger o bebé da tosse convulsa, aqui no Reino Unido faz parte do plano nacional de saúde e extremamente recomendado.

Foi às 20 semanas que descobrimos o sexo do nosso bebé (aqui). Foi também por volta da décima sete semana, que o comecei a sentir verdadeiramente. Antes era muito duvidoso, falam numa sensação de borboleta... 

Nesse trimestre já começa a sair do peito o primeiro liquido transparente, meio viscoso, mas é algo esporádico ainda. 
A barriga já se começa a notar e a crescer bem. No fim do segundo trimestre o bebé já começa a interagir aos nossos estímulos. 
Continuei o meu suporte vitamínico, extremamente importante para o desenvolvimento do bebé. Mantive a minha rotina diária de hidratação na barriga, peito, pernas e ancas.

Além da dor ciática, também recordo-me de dores nas ancas, nomeadamente quando estava na cama e de cãibras horríveis nas pernas. As idas à casa de banho são cada vez mais frequentes.... De facto é todo um corpo a transforma-se a aninhar-se para um ser que estamos a criar... 

Foi mais ou menos a partir da vigésima semana que comecei a amar o meu estado de grávida!! 




A data prevista do meu bebé é a 13 de julho, claro que a partir de agora tudo pode acontecer, a qualquer momento pode sair ou até pode optar por uns dias depois. Venha ele quando quiser... Não vou pressionar, nem estimular o parto. Na minha perspetiva os bebés devem nascer quando estão prontos, a menos que haja uma contra-indicação médica. 
Nesta fase, sinto tão bem os seus pontapés, quase dá para agarrar o seu pezinho ou a sua mãozita, de tão saliente que fica... Isso sim, é algo que emociona mesmo. É pode-lo sentir. Ele está com muita força, há momentos que até fico meio dorida, hehe!! Da semana para cá também sinto muito mais fome, tipo quase de hora a hora, oh god!! Quando não tenho que acordar às 5 da manhã para comer algo... Ele precisa de engordar e acho que vou pelo mesmo caminho.



Look:
Jeans grávida Asos
Top Zara
Mala Furla
Sapatilhas Gazelle Adidas
Casaco Cortefiel 

Falta 1 mês!! #counting days

June 13, 2017





A data prevista do meu bebé é a 13 de julho, claro que a partir de agora tudo pode acontecer, a qualquer momento pode sair ou até pode optar por uns dias depois. Venha ele quando quiser... Não vou pressionar, nem estimular o parto. Na minha perspetiva os bebés devem nascer quando estão prontos, a menos que haja uma contra-indicação médica. 
Nesta fase, sinto tão bem os seus pontapés, quase dá para agarrar o seu pezinho ou a sua mãozita, de tão saliente que fica... Isso sim, é algo que emociona mesmo. É pode-lo sentir. Ele está com muita força, há momentos que até fico meio dorida, hehe!! Da semana para cá também sinto muito mais fome, tipo quase de hora a hora, oh god!! Quando não tenho que acordar às 5 da manhã para comer algo... Ele precisa de engordar e acho que vou pelo mesmo caminho.



Look:
Jeans grávida Asos
Top Zara
Mala Furla
Sapatilhas Gazelle Adidas
Casaco Cortefiel 



Estou na reta final da gravidez, como tal sinto-me perfeitamente à vontade para falar deste assunto... 

Já há algumas mulheres que assumem perante toda a gente e, sem problema algum, que não gostam de estar grávidas. Algo que ainda choca imenso, porque passamos uma vida a ouvir que a gravidez é algo de maravilhoso, um estado de graça e que a mulher nasceu para isto. 

Mas sejamos sinceros e realistas... Gosto de falar das coisas como elas são e a gravidez não tem tudo de cor-de-rosa. 

Eu não desgosto de estar grávida, mas tive de aprender a viver este momento. Para mães de primeira viagem é algo que nos muda imenso, psicológico e fisicamente. 
Não acordamos assim a saber que estamos grávidas e convictas da ideia... É algo que vamos assimilando. No início, confesso que me esquecia que estava grávida, só quando tinha mais fome do que o normal é que me lembrava que estava a crescer um ser dentro de mim.

Há mulheres até que sofrem muito com uma gravidez, desde dos enjoos insuportáveis (não foi o meu caso), às dores.
É preciso resistência psicológica, sim! É preciso ter um bom suporte ao lado (companheiro), sim! É preciso aprender (muito), sim!

A fase em que vivi o maior stress na minha gravidez foi, sem dúvida, no primeiro trimestre. Aquele tal onde não queremos contar a ninguém ou quase, temos medo de perder o bebé, não sentimos, não o vimos, começamos a ler mil e uma coisas sobre o assunto que até assusta... Enfim, para mim foi stressante e assumo. 

Tudo começou a ganhar mais sentido à partir do momento em que o senti... Lá ia várias vezes à internet procurar informações sobre o momento em que o podia sentir? Como? Quando? ...

Além disso, é impossível ficar passiva o tempo todo. Uma mãe fica ansiosa, questiona-se, pensa tudo e mais alguma coisa. Se é saudável? Se está tudo bem? A questão do parto? A vida depois da gravidez? A mudança das rotinas? Se seremos capazes? Se estamos a fazer algo de errado? Se o que comemos fará mal?... Enfim, uma série de questões que acabam por stressar. Mas à medida que o tempo vai passando, vamos confiando mais no nosso instinto maternal (que existe mesmo)... 

Finalmente, a mudança do nosso corpo, ter um barrigão enorme, que nos impede de fazer tantas coisas. O leite que já começa a sair do peito, embora em pequena quantidade. Até uma simples depilação às virilhas, que não conseguimos fazer porque não vemos! ;) Nem sempre uma mulher grávida se sente sexy, talvez bonita, mas não aquela mulher sexy e fatal. Mas mais uma vez, vamos aprendendo a lidar com isso e a nossa forma de estar e de descontrair, irá permitir levar a gravidez na maior tranquilidade. 

Clique nas seguintes imagens e tenha mais informações sobre estes livros para a gravidez:

O stress na gravidez

June 6, 2017



Estou na reta final da gravidez, como tal sinto-me perfeitamente à vontade para falar deste assunto... 

Já há algumas mulheres que assumem perante toda a gente e, sem problema algum, que não gostam de estar grávidas. Algo que ainda choca imenso, porque passamos uma vida a ouvir que a gravidez é algo de maravilhoso, um estado de graça e que a mulher nasceu para isto. 

Mas sejamos sinceros e realistas... Gosto de falar das coisas como elas são e a gravidez não tem tudo de cor-de-rosa. 

Eu não desgosto de estar grávida, mas tive de aprender a viver este momento. Para mães de primeira viagem é algo que nos muda imenso, psicológico e fisicamente. 
Não acordamos assim a saber que estamos grávidas e convictas da ideia... É algo que vamos assimilando. No início, confesso que me esquecia que estava grávida, só quando tinha mais fome do que o normal é que me lembrava que estava a crescer um ser dentro de mim.

Há mulheres até que sofrem muito com uma gravidez, desde dos enjoos insuportáveis (não foi o meu caso), às dores.
É preciso resistência psicológica, sim! É preciso ter um bom suporte ao lado (companheiro), sim! É preciso aprender (muito), sim!

A fase em que vivi o maior stress na minha gravidez foi, sem dúvida, no primeiro trimestre. Aquele tal onde não queremos contar a ninguém ou quase, temos medo de perder o bebé, não sentimos, não o vimos, começamos a ler mil e uma coisas sobre o assunto que até assusta... Enfim, para mim foi stressante e assumo. 

Tudo começou a ganhar mais sentido à partir do momento em que o senti... Lá ia várias vezes à internet procurar informações sobre o momento em que o podia sentir? Como? Quando? ...

Além disso, é impossível ficar passiva o tempo todo. Uma mãe fica ansiosa, questiona-se, pensa tudo e mais alguma coisa. Se é saudável? Se está tudo bem? A questão do parto? A vida depois da gravidez? A mudança das rotinas? Se seremos capazes? Se estamos a fazer algo de errado? Se o que comemos fará mal?... Enfim, uma série de questões que acabam por stressar. Mas à medida que o tempo vai passando, vamos confiando mais no nosso instinto maternal (que existe mesmo)... 

Finalmente, a mudança do nosso corpo, ter um barrigão enorme, que nos impede de fazer tantas coisas. O leite que já começa a sair do peito, embora em pequena quantidade. Até uma simples depilação às virilhas, que não conseguimos fazer porque não vemos! ;) Nem sempre uma mulher grávida se sente sexy, talvez bonita, mas não aquela mulher sexy e fatal. Mas mais uma vez, vamos aprendendo a lidar com isso e a nossa forma de estar e de descontrair, irá permitir levar a gravidez na maior tranquilidade. 

Clique nas seguintes imagens e tenha mais informações sobre estes livros para a gravidez:



Sabemos que nem todas as gravidezes são iguais e umas serão mais complicadas do que outras. No entanto, quando tudo está dentro da normalidade há que descomplicar... Este tem sido o meu rumo ao longo da minha gravidez. 

Não quero ser paranóica, deixar de viver, de fazer certas coisas que já antes fazia... Penso que quanto mais normal levarmos a gravidez, melhor estaremos psicologicamente. 
Por isso, não deixei de viajar ao longo da minha gravidez. Apanhei o avião 3 vezes e posso dizer que aqui no Reino Unido não há prioridades para grávidas, faço a fila igual a toda a gente, mesmo com o peso do bebé na barriga. Não acho que seja correto, mas é assim e há que respeitar as regras de cada país. 

No início da gravidez não existe grandes truques, nem problemas para viajar. Sendo que as viagens que fiz foram sempre dentro da Europa. Para fora da Europa, peça sempre conselho ao seu médico, pois pode implicar alguma vacina. 

Refiro também que algumas companhias pedem um atestado médico, a partir das 27 semanas, de forma a declarar que está tudo ok. Por exemplo, a Ryanair exige mesmo, por isso cuidado, se for com 26 semanas e regressar com 27 pode ficar em terra. 
Viajei também com a Easyjet, esta não pediu atestado, no entanto, preferi jogar pelo seguro e precavi-me com um atestado médico, que me autorizou a viajar. 
As mulheres sem risco na gravidez e de um bebé podem viajar até às 35 semanas. Atenção, faça corretamente as contas para estar de regresso antes dessa semana. 

Para viajar, use roupa e sapatos confortáveis. Atenção para não viajar com muito peso, caso esteja sozinha, embora haja sempre pessoas que a irão ajudar. 

Outra dica também é de despachar a bagagem de mão no porão, evitará assim de andar com essa mala, para trás e para a frente! 

Nota: Não se esqueça de viajar sempre acompanhada com os seus documentos de gravidez, pois nunca sabemos o que pode acontecer. 

Boa viagem! 

Viajar na gravidez

June 5, 2017



Sabemos que nem todas as gravidezes são iguais e umas serão mais complicadas do que outras. No entanto, quando tudo está dentro da normalidade há que descomplicar... Este tem sido o meu rumo ao longo da minha gravidez. 

Não quero ser paranóica, deixar de viver, de fazer certas coisas que já antes fazia... Penso que quanto mais normal levarmos a gravidez, melhor estaremos psicologicamente. 
Por isso, não deixei de viajar ao longo da minha gravidez. Apanhei o avião 3 vezes e posso dizer que aqui no Reino Unido não há prioridades para grávidas, faço a fila igual a toda a gente, mesmo com o peso do bebé na barriga. Não acho que seja correto, mas é assim e há que respeitar as regras de cada país. 

No início da gravidez não existe grandes truques, nem problemas para viajar. Sendo que as viagens que fiz foram sempre dentro da Europa. Para fora da Europa, peça sempre conselho ao seu médico, pois pode implicar alguma vacina. 

Refiro também que algumas companhias pedem um atestado médico, a partir das 27 semanas, de forma a declarar que está tudo ok. Por exemplo, a Ryanair exige mesmo, por isso cuidado, se for com 26 semanas e regressar com 27 pode ficar em terra. 
Viajei também com a Easyjet, esta não pediu atestado, no entanto, preferi jogar pelo seguro e precavi-me com um atestado médico, que me autorizou a viajar. 
As mulheres sem risco na gravidez e de um bebé podem viajar até às 35 semanas. Atenção, faça corretamente as contas para estar de regresso antes dessa semana. 

Para viajar, use roupa e sapatos confortáveis. Atenção para não viajar com muito peso, caso esteja sozinha, embora haja sempre pessoas que a irão ajudar. 

Outra dica também é de despachar a bagagem de mão no porão, evitará assim de andar com essa mala, para trás e para a frente! 

Nota: Não se esqueça de viajar sempre acompanhada com os seus documentos de gravidez, pois nunca sabemos o que pode acontecer. 

Boa viagem! 

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